Estatísticos no mercado de trabalho

> Estatístico: no mundo das probabilidades

Dizem que “estatístico nunca se compromete com nada”. Que “nunca assume totalmente que uma hipótese é verdadeira”. Quem diz isso são os próprios estatísticos, quando querem fazer piada do ofício. Omar Abbara, de 29 anos, explica: “Nosso trabalho é com a imprecisão dos fatos. Enquanto a matemática trabalha com a relação exata, a estatística trabalha com a imprecisão.” Ou seja, variações de média, métricas, amostragens, probabilidades, variâncias, inferências, sobretudo cálculos, muitos cálculos, fazem parte do cotidiano desses profissionais. Tudo isso para conseguir organizar, planejar, analisar toda e qualquer situação da vida. Omar Abbara: “Nosso trabalho é com a imprecisão dos fatos” Não há limite para a aplicação da estatística. Ela é uma ciência que, por natureza, não termina em si. É aplicada como ferramenta para qualquer área do conhecimento humano.. (Leia mais)

> 6 razões para acreditar que a ESTATÍSTICA é a profissão do futuro

O Google guarda cerca de 4 petabytes de dados. A capacidade de um hd dobra a cada dois anos. US$ 12 bilhões são gastos por ano com pesquisas que geram informações capazes de aumentar em até 100% o lucro de uma empresa. Dois milhões de pessoas vão ler esta matéria. Menos de 500 virarão estatísticos. O que você está esperando?  Estamos na era mais medível da história: só o Google processa 1 petabyte de informação a cada 72 minutos (1 petabyte são 1 000 terabytes e 1 terabyte são 1 000 gigabytes). Essa gigantesca quantidade de dados disponíveis, unida a ferramentas estatísticas capazes de triturar tantos números, oferece uma nova maneira de compreender o mundo. E ganhar dinheiro. Empresas que conseguem interpretar e comercializar dados estão crescendo a uma velocidade estrondosa. A Acxiom é uma delas. Com 35 milhões de pesquisas por ano, ela sabe dizer se você é casado, que carro tem, que revistas lê, se tem cão, gato, passarinho ou para onde viajou nas férias. São mais 850 terabytes de dados, que categorizam as pessoas em códigos de 13 dígitos e as colocam em um dos 70 tipos de estilo de vida. "Estrela Cadente", por exemplo, é alguém com 36 a 45 anos, casado, sem filhos, que acorda cedo, corre, vê reprises de Seinfeld e viaja para o exterior. Dados que podem ser preciosos para bancos, fábricas de iogurte, produtoras de filmes pornô ou qualquer empresa que queira decifrar a cabeça dos consumidores para lucrar o máximo possível com eles. Na era do petabyte o desafio não é mais armazenar dados, é dar sentido a eles. (Leia mais)

> As 5 áreas mais promissoras para os estatísticos

De acordo com Doris Fontes, presidente do Conselho Regional de Estatística da 3ª Região (CONRE), o uso da estatística é mesmo bem amplo. “Um estatístico pode trabalhar em qualquer ramo em que exista um banco de dados e que necessite de uma análise dessas informações para a tomada de decisão”, explica. “Toda vez que você precisa fazer previsões, você precisa de estatístico”, diz o professor Carlos Aberto Pereira, chefe do departamento de Estatística, do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (USP). Assim os estatísticos podem atuar na indústria, no comércio, no esporte, no setor financeiro, em institutos de pesquisa, na agricultura e em pesquisas e previsões eleitorais e por aí vai. Se para que o esporte a política se tornem áreas promissoras para a profissão é preciso que o tempo confirme essa tendência, há outros setores que já começam a absorver mais profissionais. (Leia mais)

> Futebol com estatísticas

Contratar jogadores a partir de seus índices de desempenho é parte da recente revolução de gestão ocorrida no futebol. Até pouco tempo atrás, ainda se acreditava que nesse esporte – ao contrário do que acontece em outros – os resultados eram imprevisíveis. Dependiam, fundamentalmente, da malícia dos treinadores e dos lampejos dos craques. Embora esse tipo de coisa tenha importância, equipes vencedoras não confiam mais em jogadas improvisadas para conquistar títulos – nem em DVDs com gols bonitos para contratar jogadores. Cada vez mais o futebol se torna um esporte com métodos. O caso de uso mais intenso de números para contratação de jogadores está no tradicional time do Liverpool, na Inglaterra. Em 2010, o clube estava à beira da falência. Foi comprado pela Fenway Sports, grupo do empresário americano John W. Henry, o mesmo dono do Boston Red Sox, time de beisebol que saiu de uma fila de 86 anos sem título em 2004, usando as fórmulas de James. Acostumado à objetividade dos números, Henry colocou como diretor de futebol do clube o francês Damien Comolli. Em 2004, depois de ler o livro Moneyball, Comolli se tornou amigo de Beane, um fã do futebol. Os dois trocam telefonemas até hoje para conversar sobre estatísticas e esportes. Como diretor de futebol da equipe londrina do Tottenham Hotspurs, entre 2005 e 2008, Comolli usara as ideias de Beane e James para contratar 26 jogadores. Oito continuam no clube, entre eles ídolos como Gareth Bale e Luka Modric. Os outros foram vendidos com lucro. (Leia mais)

> Procuram-se estatísticos: desconhecida, profissão está em alta no mercado

O estatístico está em alta. Nos últimos anos, houve uma corrida por estatísticos, sendo que muitas oportunidades surgiram no mercado financeiro.  Não é difícil entender o motivo. As empresas que se planejam e estudam cuidadosamente suas estratégias precisam de estatísticos. Em um mundo tão competitivo, esses profissionais passaram a ser mais requisitados do que nunca.  Para se ter uma idéia de como o mercado sofre com a falta de estatísticos, recentemente, a coordenadora geral do Conre 3 postou mais de 1 mil vagas de emprego, mas apenas metade delas foi preenchida. "No Brasil, economistas não podem trabalhar como estatísticos, mas não estamos fiscalizando porque simplesmente não há estatísticos para satisfazer a demanda do mercado".  "Também estão sendo abertos muitos concursos públicos para estatísticos. Agora há um em andamento para trabalhar na produção de informação da área jornalística do Senado. O salário é de R$ 11,3 mil e nem necessita de especialização, apenas graduação", conta ela, com base em informações que monitora sobre o mercado.  Ela diz que não sabe como o mercado vai ficar após a crise, mas sua expectativa é de que ele fique bem melhor. "Não sei o que vai acontecer, mas acho que pode até melhorar, pois, até então, muitos estatísticos estavam sendo contratados para elaborar modelos de risco financeiro e operacional", explica, em referência aos inúmeros riscos que as empresas estão correndo hoje. (Leia mais)
 
 
> Estatísticos entram em cena: carreira tem segundo melhor salário
 
Um exame de sangue, uma pesquisa eleitoral e o Censo, à primeira vista, não têm muito em comum. Mas, olhando melhor, são itens que envolvem resultados e pesquisas e que, potencialmente, tiveram o trabalho de um estatístico por trás. Esse profissional, pouco alardeado, está à frente de muitas informações importantes. E, seguindo a lei da oferta e procura, quanto menos holofotes, mais status. Resultado: segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), entre 48 carreiras de nível superior, a estatística é a que apresenta a segunda melhor remuneração média no país: R$ 5.416 por mês. Só perde para os médicos, com ganho médio mensal de R$ 6.940. Os especialistas são unânimes em dizer que a estatística é um investimento promissor, tanto para jovens prestando vestibular, quanto para profissionais de áreas como administração e economia que queiram se especializar. Lopes acredita que, além da tendência de expansão de contratações, outros mercados ainda vão descobrir a estatística, como laboratórios e, mesmo, o direito: — Nos Estados Unidos, por exemplos, dados estatísticos são amplamente usados em julgamentos. Como esses, há diversos outros setores em que ainda não se vê o uso de estatística e que são ramos em que isso deve crescer. (Leia mais)
 
 
> Investigadores de dados
 
Nos últimos anos, o estatístico vem sendo cada vez mais procurado pelo mercado, em função do avanço tecnológico e da alta velocidade de produção de informações e dados. E na visão de Claudete, a expansão deve continuar pelo menos até a próxima década. "Toda a parte de tratamento e mineração de dados está explodindo em termos de demanda e isso ainda tem muito fôlego para ser desenvolvido, no Brasil e no mundo". O salário de um estatístico pode variar muito, dependendo de onde ele trabalha. Em concursos públicos, um recém-formado, por exemplo, pode ganhar em torno de R$ 4.000. Já em empresas privadas o valor inicial é cerca de R$ 1.500, podendo atingir até R$ 8.000. Há ainda opções em consultorias, com planejamentos feitos por contrato - neste caso, o salário varia de acordo com cada contrato.estatístico está em alta. Nos últimos anos, houve uma corrida por estatísticos, sendo que muitas oportunidades surgiram no mercado financeiro.  Não é difícil entender o motivo. As empresas que se planejam e estudam cuidadosamente suas estratégias precisam de estatísticos. Em um mundo tão competitivo, esses profissionais passaram a ser mais requisitados do que nunca.  Para se ter uma idéia de como o mercado sofre com a falta de estatísticos, recentemente, a coordenadora geral do Conre 3 postou mais de 1 mil vagas de emprego, mas apenas metade delas foi preenchida. (Leia mais)
 
> For today's graduate, just one world: Statistics
 
Ms. Grimes is an Internet-age statistician, one of many who are changing the image of the profession as a place for dronish number nerds. They are finding themselves increasingly in demand — and even cool.  “I keep saying that the sexy job in the next 10 years will be statisticians,” said Hal Varian, chief economist at Google. “And I’m not kidding”. (Leia mais)
 
 
> Mais enlaces sobre a profissão
 
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